terça-feira, 27 de novembro de 2012

Afetividade em nossas vivencias

A afetividade em nossas vivências
 
Desde que nascemos possuímos um laço maternal extraordinário, laço este que nos vincula ao desenvolvermos como seres vivos, o instinto de viver. Nossa sobrevivência fica relacionada a mercê de quem nos cuidará. O afeto que recebemos desde pequenos é exercido e aprendido, mas quando não o recebemos, ficamos carentes e até mesmo incompletos. Por isso desde que começamos a andar, falar, sorrir estamos no processo de aprendizado constante, é ter conhecimento de si, isso acontece porque alguém precisa ensinar e/ou estar em um ambiente que proponha situações para que isso ocorra.

Assim, tanto o afeto que vigora o que se sente em relação a o outro  por dentro como por fora, quanto a afetividade que pratica os sentimentos relacionado ao outro,
ponderando ou não, devem ser conhecidos e entendidos.
Tais
As teorias de aprendizagem estão sempre ligadas ao homem como sujeito da aprendizagem, e sua ação, segundo Piaget, como centro do processo, mas sua relação com o meio é imprescindível, que de cordo com Vygostky, a interação que cada pessoa estabelece com determinado ambiente é significativa. Por tanto, o homem se relaciona com o meio em que vive e com quem vive, passível de afetos pelos quais se adequam de acordo com a relação com o outro. Afeto pelos quais favorecem seu estado e sua posição de sujeito.

Um olhar, um sorriso, uma palavra ou um gesto de aprovação já fizeram diferença em minha prática, por às vezes, trabalhar com alunos que não conhecem o verdadeiro afeto, ou estar em conflito consigo mesmo.

No mundo atual, a afetividade está além de só contato físico, mas como estes sentimentos são praticados e seduzem o outro, independentemente das ferramentas utilizadas. Sua influência na aprendizagem é significativa, por ser um vínculo entre o conhecimento e o sujeito da aprendizagem. Criando assim, uma comunicação harmoniosa, condição favorável, para que o processo de ensino aprendizado possa acontecer. 
 

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