A
afetividade em nossas vivências
Desde que nascemos
possuímos um laço maternal extraordinário, laço este que nos
vincula ao desenvolvermos como seres vivos, o instinto de viver.
Nossa sobrevivência fica relacionada a mercê de quem nos cuidará.
O afeto que recebemos desde pequenos é exercido e aprendido, mas
quando não o recebemos, ficamos carentes e até mesmo incompletos.
Por isso desde que começamos a andar, falar, sorrir estamos no
processo de aprendizado constante, é ter conhecimento de si, isso
acontece porque alguém precisa ensinar e/ou estar em um ambiente que
proponha situações para que isso ocorra.
Assim, tanto o afeto que vigora o que se sente em relação a o outro por dentro como por fora, quanto a afetividade que pratica os sentimentos relacionado ao outro, ponderando ou não, devem ser conhecidos e entendidos.
Tais As teorias de aprendizagem estão sempre ligadas ao homem como sujeito da aprendizagem, e sua ação, segundo Piaget, como centro do processo, mas sua relação com o meio é imprescindível, que de cordo com Vygostky, a interação que cada pessoa estabelece com determinado ambiente é significativa. Por tanto, o homem se relaciona com o meio em que vive e com quem vive, passível de afetos pelos quais se adequam de acordo com a relação com o outro. Afeto pelos quais favorecem seu estado e sua posição de sujeito.
Um olhar, um
sorriso, uma palavra ou um gesto de aprovação já fizeram diferença
em minha prática, por às vezes, trabalhar com alunos que não
conhecem o verdadeiro afeto, ou estar em conflito consigo mesmo.
No mundo atual, a
afetividade está além de só contato físico, mas como estes
sentimentos são praticados e seduzem o outro, independentemente das
ferramentas utilizadas. Sua influência
na aprendizagem é significativa, por ser
um vínculo entre o conhecimento e o sujeito da aprendizagem. Criando
assim, uma comunicação harmoniosa, condição favorável, para que
o processo de ensino aprendizado possa acontecer.




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